1
- INTRODUÇÃO
O tema GERENCIAMENTO DE EQUIPES, atualmente muito enfatizado no meio organizacional, é objeto de estudo de muitos pesquisadores, pois ao passar do tempo, percebeu-se a importância individual do funcionário na organização. A pessoa passa a fazer parte da organização, deixando de ser apenas uma peça no processo produtivo. Com isso, também evoluiu o papel do líder, que deixa de ser o temido “chefe”, e passa a ser um facilitador das relações de trabalho, tornando-se um Gestor de Pessoas.Não obstante a essa realidade, faz-se necessário um estudo da motivação no ângulo contrário ao que a maioria dos estudos publicados diz a respeito da motivação: como motivar e manter-se motivado?É preciso entender e avaliar a pressão existente em cargos de gerência, em relação ao clima organizacional, principalmente no que se refere à motivação dos liderados. Para tanto, parte-se da afirmativa de que o gestor também é um ser humano, que tem expectativas, sonhos, problemas, enfim, ele também pode precisar de apoio.Objetiva-se com esse artigo, confirmar a necessidade de voltarmos o pensamento para os aspectos motivacionais do líder, que traz sobre si a responsabilidade de cuidar da motivação dos seus liderados. Assim, pode-se dizer que um líder que não está motivado, dificilmente motivará alguém.Um assunto amplo, por se tratar de seres humanos completamente diferentes, mas que possuem essencialmente, o desejo de satisfazer-se, de crescer, de ser respeitado, elogiado, reconhecido.
O tema GERENCIAMENTO DE EQUIPES, atualmente muito enfatizado no meio organizacional, é objeto de estudo de muitos pesquisadores, pois ao passar do tempo, percebeu-se a importância individual do funcionário na organização. A pessoa passa a fazer parte da organização, deixando de ser apenas uma peça no processo produtivo. Com isso, também evoluiu o papel do líder, que deixa de ser o temido “chefe”, e passa a ser um facilitador das relações de trabalho, tornando-se um Gestor de Pessoas.Não obstante a essa realidade, faz-se necessário um estudo da motivação no ângulo contrário ao que a maioria dos estudos publicados diz a respeito da motivação: como motivar e manter-se motivado?É preciso entender e avaliar a pressão existente em cargos de gerência, em relação ao clima organizacional, principalmente no que se refere à motivação dos liderados. Para tanto, parte-se da afirmativa de que o gestor também é um ser humano, que tem expectativas, sonhos, problemas, enfim, ele também pode precisar de apoio.Objetiva-se com esse artigo, confirmar a necessidade de voltarmos o pensamento para os aspectos motivacionais do líder, que traz sobre si a responsabilidade de cuidar da motivação dos seus liderados. Assim, pode-se dizer que um líder que não está motivado, dificilmente motivará alguém.Um assunto amplo, por se tratar de seres humanos completamente diferentes, mas que possuem essencialmente, o desejo de satisfazer-se, de crescer, de ser respeitado, elogiado, reconhecido.
2
- O LÍDER NA ORGANIZAÇÃO E A GESTÃO DE PESSOAS
Durante muito tempo, e ainda na era de Taylor e Fayol, pouco se ouvia falar em liderança. Os termos mais utilizados eram “chefia”, hierarquia, subordinação, poder. Atualmente, o foco no ser humano tem mudado o conceito de liderança, muito confundido com chefia. A Gestão de Pessoas vem galgando espaço nas organizações, mudando o rumo da Administração, passando a valorizar as pessoas que trabalham nela.”Liderança não é para qualquer um, pois exige, entre outras coisas, uma enorme integridade pessoal. Integridade tem custo. Um custo que, é muitas vezes insuportável para pessoas “comuns”. É por isso que chefes são comuns, líderes são raros. É por isso que existem muitas empresas de sucesso, mas pouca gente feliz lá dentro.NOBREGA (2006, p. 18) O grande desafio é substituir o Recursos Humanos (RH) pela Gestão de Pessoas, separando inclusive o Departamento Pessoal (DP). Muitas empresas têm um DP disfarçado de RH. Assim, o ser humano continua sendo apenas um número e uma despesa na folha de pagamento.HOOVER (2006, p. 30) diz que:“Liderança não deveria ser sinônimo de pagamento mais elevado, mais poder ou uma sala suntuosa. (…) Em vez de retratar a liderança como uma exceção para alguns poucos ungidos, ela deve ser reconhecida como a expectativa de cada um, independentemente de sua posição. Sua cultura organizacional deve dar apoio de forma consistente e inalterável a essa percepção”.
O líder é uma referência para os seus liderados e sua atitude perante eles, influencia no comportamento da equipe. HUNTER (2004, p. 25), diz que “Liderança é a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente visando atingir aos objetivos identificados como sendo para o bem comum.”.Para que o líder consiga fazer um bom trabalho, não adianta apenas ele se esforçar. As pessoas da equipe também precisam se envolver para que os objetivos organizacionais sejam alcançados. DAMETTO (2008), é ainda mais contundente quando afirma que “A boa liderança requer também boa equipe. Não existem bons gestores que tirem “leite de pedra”, esse é um conceito no mínimo infantil.”
Durante muito tempo, e ainda na era de Taylor e Fayol, pouco se ouvia falar em liderança. Os termos mais utilizados eram “chefia”, hierarquia, subordinação, poder. Atualmente, o foco no ser humano tem mudado o conceito de liderança, muito confundido com chefia. A Gestão de Pessoas vem galgando espaço nas organizações, mudando o rumo da Administração, passando a valorizar as pessoas que trabalham nela.”Liderança não é para qualquer um, pois exige, entre outras coisas, uma enorme integridade pessoal. Integridade tem custo. Um custo que, é muitas vezes insuportável para pessoas “comuns”. É por isso que chefes são comuns, líderes são raros. É por isso que existem muitas empresas de sucesso, mas pouca gente feliz lá dentro.NOBREGA (2006, p. 18) O grande desafio é substituir o Recursos Humanos (RH) pela Gestão de Pessoas, separando inclusive o Departamento Pessoal (DP). Muitas empresas têm um DP disfarçado de RH. Assim, o ser humano continua sendo apenas um número e uma despesa na folha de pagamento.HOOVER (2006, p. 30) diz que:“Liderança não deveria ser sinônimo de pagamento mais elevado, mais poder ou uma sala suntuosa. (…) Em vez de retratar a liderança como uma exceção para alguns poucos ungidos, ela deve ser reconhecida como a expectativa de cada um, independentemente de sua posição. Sua cultura organizacional deve dar apoio de forma consistente e inalterável a essa percepção”.
O líder é uma referência para os seus liderados e sua atitude perante eles, influencia no comportamento da equipe. HUNTER (2004, p. 25), diz que “Liderança é a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente visando atingir aos objetivos identificados como sendo para o bem comum.”.Para que o líder consiga fazer um bom trabalho, não adianta apenas ele se esforçar. As pessoas da equipe também precisam se envolver para que os objetivos organizacionais sejam alcançados. DAMETTO (2008), é ainda mais contundente quando afirma que “A boa liderança requer também boa equipe. Não existem bons gestores que tirem “leite de pedra”, esse é um conceito no mínimo infantil.”
3 - LÍDER QUE MOTIVA: UMA VIRTUDE OU UMA
OBRIGAÇÃO?
O que é motivação? Difícil definir com precisão, porém, sabe-se que as pessoas executam alguma ação, porque tem um motivo para tal, o motivo para a ação. Motivo, cada um tem o seu, pois todos são diferentes. CHIAVENATO (1989) diz que a motivação é um aspecto cognitivo, ou seja, aquilo que as pessoas sabem sobre si mesmas e sobre o ambiente em que vivem, bem como seus valores pessoais e necessidades.CHIAVENATO (1989, p.99) afirma que:De modo geral, motivo é tudo aquilo que impulsiona a pessoa a agir de determinada forma ou, pelo menos, que dá origem a um comportamento específico. Esse impulso à ação, pode ser provocado por um estímulo externo (provindo do ambiente) e pode também ser gerado internamente por processos mentais do indivíduo.Atualmente, fala-se tanto em liderança e motivação, sem antes entender o que há por traz dessas palavras. Sem esse entendimento, são apenas duas belas palavras. Assim, pode-se inferir de forma consciente da importância de ambas em um contexto organizacional. Mas, enfim, o que o líder tem a ver com a motivação?”Um líder motiva sim, deve motivar. (…) É obrigação do líder, fazer aflorar em seu colaborador os motivos que ele tem para agir, que estão lá dentro dele, mas adormecidos. E isto não é no geral, é no particular, é um a um. Pessoas não são iguais, têm motivos diferentes. (…) Manter um empregado motivado é uma MISSÃO DIÁRIA, do empresário ou do líder e o resultado de vários fatores. Manter o empregado motivado, vestindo a camisa da empresa requer conhecimentos de LIDERANÇA do empresário (ou do líder), dar o exemplo – fazer o que fala, ser educado, gentil, cortês, cordial, empático sem ser piegas ou falso”.CARVALHO (200X)A preocupação das empresas com a motivação dos seus colaboradores é grande, mas não simplesmente porque ela se preocupa com o bem-estar deles, mas principalmente porque a motivação é um fator que influencia diretamente a produtividade e, conseqüentemente o lucro. À frente disso está o líder, seja ele um gerente, um supervisor, um coordenador, enfim, seja qual for o cargo de liderança que ele ocupar. Ele tem a responsabilidade de manter a motivação dos liderados, e ainda assim, manter-se motivado, porque segundo FILHO (200X), “O Gerente que não consegue se auto-motivar não tem a menor chance de ser capaz de motivar os outros”. MARTINS (200X), acredita que “as pessoas só podem motivar quando estão motivadas, assim conseguem verdadeiramente expressar o seu valor”. Dois autores que concordam em uma questão: para motivar, é preciso estar motivado. Essa é a árdua tarefa do gestor: motivar e manter-se motivado.
Segundo LAGO (2001),As empresas que descobrirem o segredo de como desenvolver e manter times eficazes sem que os supervisores fiquem desmotivados, e provendo os recursos necessários à excelência do serviço, estarão melhores preparadas para enfrentar as constantes mudanças que continuarão a vir (…).
É realmente complicado, por mais que o líder seja bom, ele também tem seus “motivos”, suas aspirações, e algumas situações onde ele se sente insatisfeito com seu trabalho, ou até mesmo problemas na sua vida pessoal, podem resultar em desmotivação e trazer sérias conseqüências para a organização. Manter a motivação é uma virtude, enquanto se vê algum sentido naquilo que se está fazendo.
O líder motivado e motivador é fundamental na organização. Seu papel é de extrema importância e sua função é estratégica, para que os objetivos organizacionais sejam atingidos. Assumir um cargo de liderança, não é tarefa fácil; exige muita competência e muita dedicação, pois as pressões por resultados são grandes, e para atingir esse resultado, depende-se das pessoas da equipe.A expressão “líder desmotivado” é pouco conhecida, mas será mesmo que não existem líderes desmotivados? É claro que existem, mas será que se dá a eles a mesma atenção que aos demais colaboradores? Cabe a Gestão de Pessoas, transpor mais essa barreira organizacional.Liderança é uma capacidade, que nasce com a pessoa, ou que é desenvolvida por ela, dependendo da sua necessidade. É uma habilidade muito procurada pelas empresas, porém, o que se espera delas, é ser praticamente um “super-herói”, o que é um erro, não apenas porque super-heróis não existem, mas também porque se trata de um ser humano, conduzindo outros seres humanos.
O que é motivação? Difícil definir com precisão, porém, sabe-se que as pessoas executam alguma ação, porque tem um motivo para tal, o motivo para a ação. Motivo, cada um tem o seu, pois todos são diferentes. CHIAVENATO (1989) diz que a motivação é um aspecto cognitivo, ou seja, aquilo que as pessoas sabem sobre si mesmas e sobre o ambiente em que vivem, bem como seus valores pessoais e necessidades.CHIAVENATO (1989, p.99) afirma que:De modo geral, motivo é tudo aquilo que impulsiona a pessoa a agir de determinada forma ou, pelo menos, que dá origem a um comportamento específico. Esse impulso à ação, pode ser provocado por um estímulo externo (provindo do ambiente) e pode também ser gerado internamente por processos mentais do indivíduo.Atualmente, fala-se tanto em liderança e motivação, sem antes entender o que há por traz dessas palavras. Sem esse entendimento, são apenas duas belas palavras. Assim, pode-se inferir de forma consciente da importância de ambas em um contexto organizacional. Mas, enfim, o que o líder tem a ver com a motivação?”Um líder motiva sim, deve motivar. (…) É obrigação do líder, fazer aflorar em seu colaborador os motivos que ele tem para agir, que estão lá dentro dele, mas adormecidos. E isto não é no geral, é no particular, é um a um. Pessoas não são iguais, têm motivos diferentes. (…) Manter um empregado motivado é uma MISSÃO DIÁRIA, do empresário ou do líder e o resultado de vários fatores. Manter o empregado motivado, vestindo a camisa da empresa requer conhecimentos de LIDERANÇA do empresário (ou do líder), dar o exemplo – fazer o que fala, ser educado, gentil, cortês, cordial, empático sem ser piegas ou falso”.CARVALHO (200X)A preocupação das empresas com a motivação dos seus colaboradores é grande, mas não simplesmente porque ela se preocupa com o bem-estar deles, mas principalmente porque a motivação é um fator que influencia diretamente a produtividade e, conseqüentemente o lucro. À frente disso está o líder, seja ele um gerente, um supervisor, um coordenador, enfim, seja qual for o cargo de liderança que ele ocupar. Ele tem a responsabilidade de manter a motivação dos liderados, e ainda assim, manter-se motivado, porque segundo FILHO (200X), “O Gerente que não consegue se auto-motivar não tem a menor chance de ser capaz de motivar os outros”. MARTINS (200X), acredita que “as pessoas só podem motivar quando estão motivadas, assim conseguem verdadeiramente expressar o seu valor”. Dois autores que concordam em uma questão: para motivar, é preciso estar motivado. Essa é a árdua tarefa do gestor: motivar e manter-se motivado.
Segundo LAGO (2001),As empresas que descobrirem o segredo de como desenvolver e manter times eficazes sem que os supervisores fiquem desmotivados, e provendo os recursos necessários à excelência do serviço, estarão melhores preparadas para enfrentar as constantes mudanças que continuarão a vir (…).
É realmente complicado, por mais que o líder seja bom, ele também tem seus “motivos”, suas aspirações, e algumas situações onde ele se sente insatisfeito com seu trabalho, ou até mesmo problemas na sua vida pessoal, podem resultar em desmotivação e trazer sérias conseqüências para a organização. Manter a motivação é uma virtude, enquanto se vê algum sentido naquilo que se está fazendo.
O líder motivado e motivador é fundamental na organização. Seu papel é de extrema importância e sua função é estratégica, para que os objetivos organizacionais sejam atingidos. Assumir um cargo de liderança, não é tarefa fácil; exige muita competência e muita dedicação, pois as pressões por resultados são grandes, e para atingir esse resultado, depende-se das pessoas da equipe.A expressão “líder desmotivado” é pouco conhecida, mas será mesmo que não existem líderes desmotivados? É claro que existem, mas será que se dá a eles a mesma atenção que aos demais colaboradores? Cabe a Gestão de Pessoas, transpor mais essa barreira organizacional.Liderança é uma capacidade, que nasce com a pessoa, ou que é desenvolvida por ela, dependendo da sua necessidade. É uma habilidade muito procurada pelas empresas, porém, o que se espera delas, é ser praticamente um “super-herói”, o que é um erro, não apenas porque super-heróis não existem, mas também porque se trata de um ser humano, conduzindo outros seres humanos.
O QUE É ÁREA AFETIVA?
1. OS SERES
HUMANOS AGEM E REAGEM COMO ORGANISMOS INTEGRAIS
EM TRÊS DOMÍNIOS OU ÁREAS QUE, VIA DE REGRA,INFLUENCIAM-SE MUTUAMENTE .
ESTAS ÁREAS SÃO AS SEGUINTES: COGNITIVA, PSICOMOTORA E AFETIVA.
2. A ÁREA AFETIVA DIZ
RESPEITO AOS SENTIMENTOS, ÀS EMOÇÕES, À ACEITAÇÃO E À REJEIÇÃO, ABARCANDO, TAMBÉM, AS QUALIDADES DE CARÁTER, VALORES
DE CONSCIÊNCIA E ATRIBUTOS.
3. A FENOMENOLOGIA DA
LIDERANÇA ESTÁ INSERIDA NA ÁREA AFETIVA.
TEORIAS DA LIDERANÇA
1. TEORIA INATISTA
Defende a tese que fatores hereditários determinariam a
existência do líder, quase desprezando as influências do meio,Idéia força: Quem
é líder já nasce líder!
2. TEORIA SOCIOLÓGICA
Procura caracterizar o líder emergente, isto é, aquele que
desponta devido ao meio social. Enfatiza a situação.
3. TEORIA DO CAMPO SOCIAL
Alia aspectos das duas anteriores, levando
em consideração tanto os fatores ligados à situação, como os componentes
de caráter pessoal.
OS 4 FATORES DA LIDERANÇA
1- SITUAÇÃO
2 – LIDERADOS 3 – LIDER 4 – COMUNICAÇÃO
ESTILOS DE LIDERANÇA:
1. AUTOCRÁTICA OU AUTORITÁRIA
O líder define as regras e normas a serem
obedecidas, estabelece os objetivos que
deverão ser atingidos e avalia o trabalho
realizado. O emprego do “ouvidor”.
A liderança autoritária é centralizadora,
mas não é despótica.
2. DEMOCRÁTICA OU PARTICIPATIVA
O líder procura atuar sintonizado com o
grupo, ouvindo e aproveitando as idéias dos
liderados, para depois
decidir.
A liderança democrática não exclui a
autoridade do líder, que deve ser exercida em sua plenitude.
3. DELEGATIVA
O líder emite diretrizes orientando o
andamento dos trabalhos.
É a mais adequada para ser exercida em
grupos de alto nível, onde as competências
do líder e dos liderados estão no mesmo
patamar.
QUE TIPO DE LIDERANÇA SERIA O MELHOR ?
A liderança é situacional e para
cada ocasião deverá ser usado o estilo mais adequado.
ENCARGOS DA LIDERANÇA ESTRATÉGICA
1. Estabelecer objetivos
2. Afirmar valores
3. Motivar
4. Administrar - Fixar prioridades, Organizar e criar
instituições, Manter o sistema em funcionamento, Preparar agendas, Tomar
decisões, Exercer julgamento político.
5. Alcançar uma unidade exeqüível
6. Explicar
7. Servir de símbolo
8. Representar o grupo
9. Renovar
COMO SE
PODE RECONHECER UM LÍDER ?
UM
INDIVÍDUO ESTARÁ LIDERANDO SE DEMONSTRAR CAPACIDADE PARA
ORIENTAR, DIRIGIR E MODIFICAR AS
ATITUDES E AS IDÉIAS DOS INTEGRANTES DE UM GRUPO.
LIDERAR IMPLICA EM
CONVENCER PESSOAS A PENSAREM E AGIREM DE
MODO SEMELHANTE AO LÍDER, QUE OBTERÁ TAL RESULTADO EMPREGANDO
SUA CAPACIDADE DE PERSUASÃO E A CREDIBILIDADE QUE TIVER CONQUISTADO.
A LIDERANÇA LEVA
ALGUM TEMPO PARA SER ESTABELECIDA.
ESTUDO DOS FATORES QUE
CRIAM E SUSTENTAM A CREDIBILIDADE
DO LÍDER
A COMPETÊNCIA DO LÍDER
COMPETÊNCIA É CAPACIDADE E APTIDÃO E ENVOLVE OS SEGUINTES
ASPECTOS:
1. PREPARO INTELECTUAL – busca do conhecimento.
2. SAÚDE E PREPARO ATLÉTICO – busca da aptidão
física.
3. DOMÍNIO DA LINGUAGEM E CAPACIDADE PARA DAR BONS
EXEMPLOS – desenvolvimento da comunicação eficaz.
4. CONHECER AS PESSOAS E SABER LIDAR COM ELAS – desen-
volvimento da inteligência emocional
(importância do QE).
5. INCORPORAÇÃO DE ATRIBUTOS – desenvolvimento da área
afetiva.
COMPETÊNCIA DO LIDER GERENTE:
1. PARA QUE PRESERVAR A SAÚDE ? O problema do
comandante doente.
2. AGENTES NOCIVOS À SAÚDE, fumo - álcool - drogas
ilegais
São agentes que debilitam o corpo e a mente!
3. EXERCICIOS FISICOS DIÉRIOS.
A importância do treinamento físico e da alimentação
equilibrada - caminhos da aptidão física.
COMPETÊNCIA DO LÍDER - DOMÍNIO DA LINGUAGEM E
CAPACIDADE PARA DAR
BONS EXEMPLOS"
O LÍDER NÃO
IRÁ OBTER ADESÕES ÀS SUAS IDÉIAS E PONTOS
DE VISTA
PELA FORÇA BRUTA, MAS POR INTERMÉDIO DO EMPREGO
INTELIGENTE
DE SUA CAPACIDADE DE CONVENCER PESSOAS E DE SUA
CREDIBILIDADE
A BOA ORATÓRIA (importante para convencer):
1. Conhecimento, equilíbrio emocional, boa
argumentação, uso de termos
que não fujam ao entendimento do grupo, clareza e
objetividade.
2. Linguagem corporal: postura, gesticulação e
modulação da voz.
3. Falar ao coração das pessoas, transmitindo
sentimentos e entusiasmo.
LEMBRAR QUE : COMUNICAÇÃO = MENSAGENS + EXEMPLOS
COMPETÊNCIA DO
GERENTE
CONHECER AS PESSOAS
1. DESENVOLVER A
INTELIGÊNCIA EMOCIONAL – pontos iniciais:
-”Não sou o centro do mundo! Os outros são
importantes.”
- As pessoas têm virtudes, defeitos e capacidades –
saber lidar com isto.
2. NECESSIDADE DE CONHECER
OS LIDERADOS
- As pessoas não são iguais umas às outras (físico,
temperamento e caráter).
- É preciso conhecer os subordinados para empregá-los
no lugar certo, pois
cada indivíduo tem suas limitações – “hipopótamos não
sobem em árvores”.
COMPETÊNCIA DO LÍDER
"COMO LIDAR COM AS PESSOAS?"
O LÍDER DEVE PROCURAR
DESENVOLVER:
- A PACIÊNCIA (ouvir e ensinar).
- A EMPATIA (base para compreender a situação).
- O TATO (para corrigir sem ofender).
DOIS CONSELHOS ÚTEIS:
- AO CORRIGIR ALGUÉM, ATUE COM “SERENO RIGOR”,
ISTO É, COM FIRME AUTORIDADE, MAS COM PACIÊNCIA,
EMPATIA E TATO.
- NÃO HUMILHE O
SUBORDINADO OU DELE DEBOCHE.
O SENSO MORAL DO
GERENTE
OS SERES HUMANOS SÃO RACIONAIS E LIVRES. TÊM UMA
VIDA
ESPIRITUAL QUE EXTRAPOLA A VIDA BIOLÓGICA.
É NO NÍVEL ESPIRITUAL QUE SE IMPÕE A TODOS A QUESTÃO
DE DISTINGUIR, DE MODO RACIONAL, O BEM DO MAL .
- Questão básica da moralidade: saber diferenciar o
Bem do Mal.
- Somos
dotados de “senso moral”: faculdade de
julgar os acertos
ou os erros de nossas próprias idéias e ações.
- O senso
moral é chamado, também, de “voz da
consciência”.
- Breve
comentário sobre Ética (especulativa) e Moral (normativa).
NA DÚVIDA : “Não faças aos outros aquilo que
não queres que façam a ti”. (ética segundo Jesus Cristo)
O SENSO MORAL DO LÍDER- CARÁTER DO LÍDER -
VALORES MORAIS"
INTEGRIDADE
DE
CARÁTER
1.
Disciplinado, 2. Honesto, 3.
Honrado (danos morais), 4. Leal, 5. Justo favoritismo),6 respeitoso
O QUE É CARÁTER ?
O termo tem dois sentidos:
No sentido geral é um
conjunto de condições fundamentais, de inteligência, de
sensibilidade e de vontade que distinguem um indivíduo dos demais.
Sob o aspecto moral, é a energia da vontade e a firmeza de
princípios que dão
ao indivíduo uma diretriz bem definida em sua conduta ( pessoa de
caráter).
"O RELACIONAMENTO
DO LÍDER COM OS LIDERADOS"
1. A RESPONSABILIDADE MORAL PELOS LIDERADOS
- A pessoa que detém o privilégio de ocupar cargo ou função com
autoridade
sobre outros indivíduos, tem a obrigação moral de dedicar-se à
proteção e à orientação daqueles a quem chefia. Somente aqueles que alcançam
este entendimento e manifestam esta disposição, conseguem assumir a efetiva
liderança dos grupos sobre os quais tenham autoridade (visão social do líder).
2. QUALIDADES NECESSÁRIAS NO TRATO COM OS LIDERADOS
SERENO RIGOR >>>
firme autoridade + empatia + paciência + tato
3. A ÁREA DE CONFLITO QUE ÀS VEZES SE ESTABELECE
- Interesse do serviço x Interesse do liderado.
OS ATRIBUTOS QUE FAVORECEM
UM GERENTE
O QUE SÃO ATRIBUTOS ?
- São características relativamente consistentes do indivíduo para
responder, de uma determinada maneira, às situações que se apresentam (CEP)Integridadede
caráter.
Integridadede caráter:
1.
Autodisciplina 2. Honestidade 3.
Honra 4. Lealdade 5. Senso de justiça 6.
Respeito
ATRIBUTOS IMPORTANTES PARA ORIENTAR E CORRIGIR OS SUBORDINADOS
Sereno rigor
1. Firme autoridade – para exigir
2. Empatia – para compreender a situação
3. Paciência – para ouvir e ensinar
4. Tato – para corrigir sem ofender
ALERTAS SOBRE O EXERCÍCIO DA AUTORIDADE
1.Exercer a autoridade consiste em fazer com que um grupo depessoas realize
o que a missão
exige.
2. Quando os comandantes não exercem a
autoridade da qual foram
investidos, instala-se a
indisciplina e a desordem.
2.
O gerente deve preferir exercer
sua autoridade usando sua capacidade de liderança.
ATRIBUTOS QUE FACILITAM A
LIDERANÇAEM QUALQUER GRUPO HUMANO:
1. Autoconfiança
2. Coerência
3. Cooperação
4. Coragem
5.
Criatividade
6.
Decisão
7.
Dedicação (compromisso)
8. Equilíbrio emocional
9. Entusiasmo
10. Iniciativa
11.
Responsabilidade
12. Persistência
13. Flexibilidade (resiliência)
OS PECADOS MORTAIS DA LIDERANÇA:
1. A INCOMPETÊNCIA.
2. A IRRESPONSABILIDADE.
3. A DESLEALDADE.
4. A COVARDIA .
5. A DESONESTIDADE
.
6. A
INDISCIPLINA .
7. A
INDECISÃO.
8. A INJUSTIÇA
.
9. A
INCOERÊNCIA .
10. A
FALTA DE AUTORIDADE .
11. FALTA DE DEDICAÇÃO (COMPROMISSO).
12. A FALTA DE INICIATIVA .
13. A FALTA DE ENTUSIASMO.
14. A INCAPACIDADE PARA SE COMUNICAR.
SÃO FALHAS GRAVES QUEDIFICULTAM OU IMPEDEM O SURGIMENTO DA
CONFIANÇA E DA CREDIBILIDADE!
1. A CHAVE DA LIDERANÇA É A CREDIBILIDADE DO
LÍDER.
2. A CREDIBILIDADE SURGE
À MEDIDA QUE O LÍDER SE COMUNICA COM OS LIDERADOS, POR
INTERMÉDIO DE MENSAGENS E BONS EXEMPLOS, OBTENDO O RESPEITO E A CONFIANÇA DOS
MESMOS.
3. A PARTIR DAÍ,
OS LAÇOS DE
LIDERANÇA ESTABELECIDOS IRÃO SE FORTALECENDO, À MEDIDA
QUE OS LIDERADOS FOREM IDENTIFICANDO
NO LÍDER TRAÇOS
DE CARÁTER E ATRIBUTOS FAVORÁVEIS
À CONDUÇÃO
DO GRUPO, DENTRO DA
SITUAÇÃO QUE SE APRESENTA .
4. NESTAS CONDIÇÕES, O
LÍDER TERÁ CAPACIDADE PARA ORIENTARDIRIGIR E MODIFICAR AS ATITUDES
E AS IDÉIAS DOS INTEGRANTES DO GRUPO.
A LIDERANÇA NÃO ENCONTRA FIM EM SI MESMA, ELA É UM
MEIO E UM CATALISADOR PARA OBTER O
ESPÍRITO DE CORPO, A DISCIPLINA E
A COESÃO DO GRUPO, PERMITINDO
QUE SEUS INTEGRANTES
TENHAM EFICIÊNCIA NO
CUMPRIMENTO DE
SUAS TAREFAS, PROJETOS OU MISSÕES.
MUITOS QUEREM LIDERAR, POIS A LIDERANÇA DÁ PODER.PARA ALGUNS, PODER
É SUCESSO!
MAS O QUE REALMENTE. É O SUCESSO?
5 DICAS
DE GERENCIAMENTO DE TEMPO:
Dica
1: Anote o que você deve
fazer e procure juntar as tarefas relacionadas.
Ex: Preciso falar com o cliente x ao telefone,
ir ao cliente y, checar meus e-mails, ir ao cliente z, pegar um documento na
imobiliária e escrever um relatório para o meu chefe. O que fazer?
Anote o que
precisa fazer e rapidinho junte tudo desta forma:
Ligo para os
clientes y e z não agendo horários fixos, mas que daqui a pouco,nesta manhã
passarei por lá.
Ligo e converso
com o cliente x, resolvo seu problema.
Vou ao cliente y
e depois ao z.
Passo na
imobiliária.
Leio e respondo
meu e-mail.
Escrevo o
relatório para o meu chefe.
Dica
2: Fuja das conversas sem
sentidos, tem colegas que gastam o tempo deles e os nossos.
Dica
3: Sempre se pergunte,
“qual é o meu objetivo?”, esta simples pergunta serve como um despertador, pois
acorda você e lhe coloca novamente no caminho do que é importante.
Dica
4: Terminada uma tarefa,
consulte a próxima, imediatamente.
Dica
5: Interrupções irão
acontecer, então não caia no erro de programar-se da seguinte forma: 09h00 as
09h05 atividade 1, 09h05 as 09h10 atividade 2. Faça uma lista.
ATENÇÃO: Em caso de tarefas com horário agendado,
esteja preparado e no local minutos antes, uma boa maneira de evitar atrasos é
programando o palm top, celular ou relógio para avisá-lo. Agendas são boas, mas
não disparam alarmes.
PREPARAÇÃO
DO VENDEDOR
1-Motivação Diária
2-Auto-desenvolvimento
3-Conhecer empresa, produto,
mercado e concorrência
4-Metas e Objetivos Pessoais
5-Material de Apoio e Trabalho
6-Imagem do Vendedor
7-Habilidades Pessoais
8-Conhecer o Cliente.
Fases do Processo de Vendas (marketing)
1. Pesquisa
de Mercado de Consumidores;
2. Propaganda
3. Vendas
a.
Pessoal
b.
Impessoal
4. Promoção
de Vendas
5. Canais
de Distribuição
6. Merchandising
Negociação
•
Identifique
o estilo de negociação do cliente
•
Prepare-se
bem
•
Seja
paciente e flexível
•
Não desista
das suas metas depressa demais
•
Coloque-se
no papel do outro
•
Administre
sua desvantagem
Seja um Campeão em Vendas
1-Empatia e Ego-Drive –
juntos
2-Senso de Humor Moderado
3-Adaptável e Flexível às
necessidades do cliente
4-Diagnostique situações
5-Inteligência e
6-Versatilidade
7-Organização e
8-Planejamento
9-Imaginação e Memória
10-Adaptação às mudanças e agilidade
Mental
ALGUNS MODELOS DE DOCUMENTO:
Modelo de Atestado
Atesto,
para os devidos fins, que conheço o
Sr....,brasileiro, solteiro, nascido em, ....de...de......, na cidade de
Manaus, filho de........e........., portador da Carteira de Identidade
n°........., residente e domiciliado nesta cidade, na rua............, n°....,
nada sabendo em desabono à sua conduta, até a presente data.
Manaus, de.................de 2004
José.....
(Firmas reconhecidas em cartório)
Modelo de Carta de Recomendação
EMPRESA CICRANA DE TAL
Manaus, /
/2011
A quem
interessar possa,
JOSÉ
DE JESUS DA SILVA, é pessoa de meu conhecimento, eletricista profissional,
correto, competente, responsável e pontual, tendo trabalhado para esta empresa
no período de 03 de março de 2000 a 15 de novembro de 2004, executando serviços
de manutenção, sob minha supervisão
direta. Durante todo esse período manteve conduta pessoal e profissional
irrepreensíveis, razão pela qual recomendo seus serviços.
Atenciosamente,
JOÃO DE DEUS DOS
SANTOS
Gerente
Administrativo
Modelo
de Curriculum Vitae
O Curriculum Vitae ou Currículo, como preferir, é o documento
que contém, em resumo, todos os dados da formação escolar em profissional de
uma pessoal.
No
Curriculum não se deve pôr:
□ Número
de Registro de Identidade
□ Número do
CPF
□ Número de
conta bancária ou de qualquer outro documento de uso pessoal, exceto do
Registro Profissional, quando a profissão o exige.
O que se
deve pôr*:
Curriculum
Vitae
JOSÉ
DE JESUS DE TAL**
Dados
pessoais:
Data
de nascimento 25 / 12/1970 Sexo:
masculino
Local
: Manaus / Amazonas
Tipo sangüíneo: A
fator RH: +
Estado
civil: casado
Nome
do cônjuge: Maria de Nazareth de Tal
Dependentes:
02 – esposa e filho
Endereço:
Rua da Paz, n° 1000 – Flores – Manaus/AM
CEP:
69000-000
Telefone:
(92) 111-3333 Celular:
9999-9999
Filiação:
Maria de Jesus de Tal e José Maria de Tal
Formação:
□ Superior
Completo - Bacharel em Ciências
Contábeis pela Ufam – turma de 2000
□ Especialização:
Auditoria Contábil, pela FEG, turma de
2002
Experiência
Profissional:
□ Suframa –
serviços prestados – 2002 - 2004
□ Amazônia
Comercial – gerente administrativo financeiro – 2004
Conhecimentos
em Informática:
□
Informática básica em ambiente
Windows
□
Excel Básico e Avançado
□
OpenOffice Planilha
□ OpenOffice Texto
Idiomas
Inglês
– Leitura
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO.
2. FUNDAMENTOS
a. O
que é área afetiva?
b. Teorias
da liderança.
c. O
significado das palavras.
d. Alertas
sobre o exercício da autoridade.
e. Os
4 fatores da liderança.
f.
Estilos de liderança.
g. Níveis
de liderança.
h. A
chave da liderança.
i.
Como reconhecer um líder?
j.
As lideranças emergentes e a falsa
credibilidade.
3. ESTUDO DOS FATORES QUE CRIAM E SUSTENTAM A CREDIBILIDADE DO
LÍDER.
a. A
competência do líder.
b. O
senso moral do líder.
c. Atributos
que favorecem à liderança.
d. Os
pecados mortais da liderança.
4. SÍNTESE.
5. PENSAMENTOS FINAIS.
6- VENDAS
FACILITADOR:
RICARDO OLIVEIRA – AGENCIA NACIONAL DE CURSOS LIVRES
CNPJ: 11.886.323/0001-40
Site:
anac2011.blogspot.com
Tel: 9940 5863
9362 8639